Atividade física: prática corporal ou hábito de vida?

06 de março de 2012 ● POR

Iniciarei esse texto de uma maneira diferente da qual estou acostumado a escrever.

Nós que atuamos no segmento acadêmico estamos habituados a escrever com base em referenciais bibliográficos, utilizando citações ao longo de todo o texto.

Porém, nessa abordagem, em particular, quero expor um ponto de vista pessoal, portanto, não me atendo às referências teóricas.

Todos nós, em algum momento de nossas vidas, fomos apresentados à atividade física como simples prática corporal pontual. Alguns, na educação física escolar, outros, na iniciação esportiva. Há também quem tenha sido apresentado no trabalho, nas tarefas domésticas ou, até mesmo, por indicação médica, como componente de um tratamento para determinadas doenças.

Todavia, poucos de nós fomos apresentados à atividade física como um hábito de vida.

Hábitos de vida são as tarefas que as pessoas realizam em seu cotidiano, rotineiramente, como almoçar em determinado horário, escovar os dentes, tomar banho, estudar, entre outros. Esses hábitos, geralmente, são adquiridos desde a infância e levados conosco pelo resto de nossas vidas.

O fato que leva à adoção e sustentação de um hábito de vida é a necessidade de sua repetição frequente para promover saúde, qualidade de vida ou até mesmo a sobrevivência. No caso de sua interrupção, algum desses aspectos pode ser prejudicado.

Por exemplo, se uma pessoa ficar sem escovar os dentes por 1 ano, todos os efeitos das escovações realizadas antes desse ano serão perdidos, ou seja, os benefícios da escovação dos dentes só se fazem presentes diante do hábito diário.

A atividade física funciona da mesma maneira. Todos os efeitos benéficos da atividade física sobre nosso organismo somente se fazem presentes diante de sua prática regular. Do mesmo modo, se uma pessoa que praticou atividade física durante anos interromper sua prática por um ano, todos os efeitos orgânicos conquistados nos anos anteriores serão revertidos.

Portanto, o entendimento do conceito de atividade física deveria ser diferente na sociedade. Deveríamos pensar na atividade física como um hábito de vida e não, simplesmente, como uma prática corporal.

Dessa forma, todos, ricos ou pobres, negros ou brancos, crianças ou idosos, pessoas físicas ou jurídicas, enfim, todos entenderiam a atividade física como uma necessidade constante.

Lembre-se que a saúde integral depende de um estado de completo bem estar físico, mental e social, e a atividade física regular é capaz de promover benefícios simultâneos nesses três aspectos.

Eu, particularmente, não conheço nenhuma outra intervenção capaz de promover saúde de modo integral. E você, conhece?

Fica a dica.

 

 

Iniciarei esse texto de uma maneira diferente da qual estou acostumado a escrever.

Nós que atuamos no segmento acadêmico estamos habituados a escrever com base em referenciais bibliográficos, utilizando citações ao longo de todo o texto.

Porém, nessa abordagem, em particular, quero expor um ponto de vista pessoal, portanto, não me atendo às referências teóricas.

Todos nós, em algum momento de nossas vidas, fomos apresentados à atividade física como simples prática corporal pontual. Alguns, na educação física escolar, outros, na iniciação esportiva. Há também quem tenha sido apresentado no trabalho, nas tarefas domésticas ou, até mesmo, por indicação médica, como componente de um tratamento para determinadas doenças.

Todavia, poucos de nós fomos apresentados à atividade física como um hábito de vida.

Hábitos de vida são as tarefas que as pessoas realizam em seu cotidiano, rotineiramente, como almoçar em determinado horário, escovar os dentes, tomar banho, estudar, entre outros. Esses hábitos, geralmente, são adquiridos desde a infância e levados conosco pelo resto de nossas vidas.

O fato que leva à adoção e sustentação de um hábito de vida é a necessidade de sua repetição frequente para promover saúde, qualidade de vida ou até mesmo a sobrevivência. No caso de sua interrupção, algum desses aspectos pode ser prejudicado.

Por exemplo, se uma pessoa ficar sem escovar os dentes por 1 ano, todos os efeitos das escovações realizadas antes desse ano serão perdidos, ou seja, os benefícios da escovação dos dentes só se fazem presentes diante do hábito diário.

A atividade física funciona da mesma maneira. Todos os efeitos benéficos da atividade física sobre nosso organismo somente se fazem presentes diante de sua prática regular. Do mesmo modo, se uma pessoa que praticou atividade física durante anos interromper sua prática por um ano, todos os efeitos orgânicos conquistados nos anos anteriores serão revertidos.

Portanto, o entendimento do conceito de atividade física deveria ser diferente na sociedade. Deveríamos pensar na atividade física como um hábito de vida e não, simplesmente, como uma prática corporal.

Dessa forma, todos, ricos ou pobres, negros ou brancos, crianças ou idosos, pessoas físicas ou jurídicas, enfim, todos entenderiam a atividade física como uma necessidade constante.

Lembre-se que a saúde integral depende de um estado de completo bem estar físico, mental e social, e a atividade física regular é capaz de promover benefícios simultâneos nesses três aspectos.

Eu, particularmente, não conheço nenhuma outra intervenção capaz de promover saúde de modo integral. E você, conhece?

Fica a dica.