No caso das mulheres praticantes de atividade física, isso acaba acarretando em diversos incômodos na hora de competições e treinos. Para isso, a medicina acompanhou essa tendência de mulheres que ingressam cada vez mais no universo esportivo e desenvolveu a ginecologia do esporte. Ficar em casa esperando o ciclo acabar não é mais preciso. No geral, 80% das atletas preferem competir após a menstruação e fogem do período pré-menstrual.
Profissionais ou amadoras, essas mulheres estão em busca de uma vida mais saudável e melhores resultados. Portanto, as mulheres esportivas devem buscar um ginecologista para auxiliar com informações sobre incontinência urinária, cuidados com as mamas, ciclo menstrual, entre outros fatores que podem atrapalhar um bom rendimento na hora de realizar exercícios físicos.
Com um acompanhamento de um ginecologista é possível realizar um planejamento do ciclo menstrual em relação ao calendário competitivo. Além disso, o médico consegue orientar as atletas quanto ao uso de métodos anticoncepcionais para amenizar os efeitos indesejados da menstruação. Portanto, as mulheres devem informar quando se sentem melhor para treinar e frequentar de 6 em 6 meses um ginecologista, para assim, conseguir seguir com os treinos de forma segura, confortável e prazerosa.


Pesquisa sugere que inatividade eleva depressão e de doenças.
Apesar da fama de que emagrecem mais, gengibre, pimenta, café e guaraná em pó são apenas coadjuvantes no quesito perda calórica, diz nutricionista.
Desequilíbrio muscular, falta de alongamento, muito impacto e a sobrecarga nos treinos são algumas causas das dores.
Objetivo do estudo é utilizar as células do próprio paciente para restauração da cartilagem danificada pela osteoartrite.
Exercícios aeróbicos três a cinco vezes por semana são os mais indicados para o tratamento da doença.
Embora forneça poucos benefícios físicos confirmados, o efeito psicológico de “desaquecer” pode ser compensador, dizem especialistas.
Frequentemente reclamamos e ouvimos colegas se queixarem de dor nas costas, mas nos esquecemos de que, na maior parte dos casos, somos nós mesmos os responsáveis por esse desconforto.
Uso indiscriminado de esteroides anabolizantes gera sérios efeitos colaterais.