Quando você está de dieta, é complicado deixar de lado os alimentos “perigosos”. Sempre tem alguém para oferecer um chocolate ou uma saída para jantar algo gorduroso. Mas perder peso não precisa ser tão negativo.
Lucy Danzigerm, editora, ex-triatleta e autora de livros de alimentação, resolveu partir para a ideia dos “superalimentos”: produtos integrais, castanhas e outros alimentos que são ricos em fibras, proteínas e nutrientes importantes. Menos de seis meses depois, ela perdeu mais de 10 quilogramas.
Certamente não é um novo conceito de nutrição: evitar alimentos processados, comer mais vegetais e frutas, substituir a farinha branca pela integral. Mas a ideia de focar no que você deve comer, ao invés do que você não deve, pode mudar o seu incentivo. “Nós vamos oferecer tantas opções do que comer que você nem vai pensar em passar fome”, diz.
Mas o que faz de um alimento um superalimento? De acordo com Pratt, ele tem três qualificações: precisa ser facilmente encontrado, conter nutrientes ligados à longevidade, e benefícios para a saúde precisam estar comprovados cientificamente.
Entre os favoritos da escritora, estão salmão, brócolis, frutos silvestres e chá verde. Mas ovos, amêndoas, quinoa, iogurte e chocolate escuro também compõe a lista.
“Esses alimentos foram escolhidos porque contém altas concentrações de nutrientes cruciais, e também porque muitos não são calóricos”. Eles também já foram ligados cientificamente à prevenção do envelhecimento, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e até alguns tipos de câncer.
A nutricionista Marisa Moore comenta que apenas adicionar esses alimentos não vai simplesmente queimar os quilogramas. “Sem dúvidas eles são amigos do emagrecimento. Mas dizer que eles aceleram a queima de gordura é demais”.
Danziger concorda: os superalimentos não são um passe livre para comer o quanto quiser. Mas ainda assim, é meio difícil engordar comendo espinafre, não?


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