Um artigo, publicado pelo The New York Times, sugere que, para algumas pessoas, realizar atividades físicas pode na verdade ser prejudicial à saúde. Um estudo, realizado por um grupo de pesquisadores, concluiu que para alguns de nós, ao contrário do que a maioria pensa, fazer exercícios pode ser prejudicial.
Os cientistas avaliaram como 1.687 indivíduos reagiram a exercícios físicos rigorosos, descobrindo que 10% deles apresentaram pioras em um ou mais quadros relacionados a problemas cardíacos, tais como níveis de insulina, colesterol HDL e pressão arterial. Em contrapartida, dos 90% de participantes restantes, a mesma proporção — ou seja, outros 10% — mostraram melhoras significativas com relação aos mesmos índices.
Resultados bizarros
O mais curioso, entretanto, é que os pesquisadores não sabem dizer qual é a causa dessa piora, simplesmente admitindo que a descoberta é totalmente bizarra. Além disso, a equipe teme que os resultados sirvam de pretexto para que os preguiçosos — aqueles que buscam qualquer desculpa para não se mexer — abandonem suas rotinas de exercícios.
Enquanto a maioria dos estudos sobre os efeitos das atividades físicas sobre o organismo afirma que estes são benéficos, poucas pesquisas são realizadas no sentido de avaliar se as pessoas realmente passam a padecer de menos problemas de saúde ou vivem mais.
Mas os pesquisadores parecem concordar com um aspecto que ficou claro com este novo estudo: algo que seja considerado como muito bom para a maioria pode não ser tão benéfico assim para uma pequena minoria.
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Segundo um novo estudo realizado na universidade Maastricht, na Holanda, engordar pode estar ligado não apenas a alimentação, mas também, aos genes do organismo.
Pular refeições e esquecer dos principais nutrientes são alguns dos deslizes mais comuns.
Desequilíbrio muscular, falta de alongamento, muito impacto e a sobrecarga nos treinos são algumas causas das dores.
Objetivo do estudo é utilizar as células do próprio paciente para restauração da cartilagem danificada pela osteoartrite.
Exercícios aeróbicos três a cinco vezes por semana são os mais indicados para o tratamento da doença.
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Uso indiscriminado de esteroides anabolizantes gera sérios efeitos colaterais.