04/03/2012
A notícia abaixo pegou os profissionais de Educação Física de surpresa. O Portal da Ed. Física solicitou mais informações junto ao CONFEF e CREF 4 - SP para esclarecer os detalhes sobre a descrição, qualificação e regularização desta nova profissão.
A resposta que obtivemos até o momento é de que, tanto o CREF 4 quanto o CONFEF enviaram ofício ao MEC e Secretaria da Educação solicitando mais informações, pois ambos os órgãos dizem desconhecer tal ocupação.
Fiquem atentos, o Portal EF em breve trará mais esclarecimentos.
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03/03/2012
O Centro Paula Souza, com o apoio da Fundação Gol de Letra, resolveu contra-atacar dois problemas graves no Brasil: a falta de qualificação profissional de muitos jovens e a dificuldade em trazer modalidades esportivas que não o futebol para as mais diversas comunidades. Desde fevereiro, essa instituição disponibiliza o curso técnico de Esportes e Atividade Física na Escola Técnica Estadual, localizada no Parque da Juventude, na capital paulista.
Composto por disciplinas teóricas e práticas, o programa prepara os alunos para orientar outras pessoas a realizar um exercício físico de maneira segura e lúdica. "Há uma necessidade de profissionais que ensinem e disseminem esportes que não consegue ser preenchida só por quem se formou em educação física na universidade", avalia Elaine Piccino, coordenadora de projetos do Centro Paula Souza. "Esses técnicos em esporte vêm para preencher essa lacuna", arremata.
A ideia não é, de maneira alguma, substituir o profissional de Ed. Física. Afinal, só ele tem um conhecimento aprofundado da fisiologia do corpo humano e, portanto, de todas as implicações de determinados movimentos para um indivíduo, esteja ele sadio ou com alguma doença. Na verdade, o técnico ajudaria a aprimorar a prática do esporte em si, ou serviria como um auxiliar. Aliás, existe uma lei no Brasil impedindo esse novo profissional de atuar sem supervisão.
"Ao finalizar o curso, o jovem tem a possibilidade de ingressar em um mercado e, ao mesmo tempo, espalhar um esporte de que gosta", destaca o ex-jogador Raí, presidente da Fundação Gol de Letra. Um apaixonado por rugby, por exemplo, ganha a base necessária para ensinar essa modalidade a outros. Ou seja, enquanto recebe dinheiro para fazer algo de que gosta — especula-se que o técnico levaria três salários mínimos por mês para casa —, ele se torna um disseminador de um esporte pouco conhecido.
Quanto maior a oferta de atividades físicas, maior a possibilidade de alguém se identificar com ao menos uma e, com isso, colher todos os benefícios à saúde que os exercícios trazem. Vamos torcer para que esse curso cresça e se espalhe!





Seleção tem só dois pontos de vantagem sobre Dinamarca e seis sobre Bósnia.
Fora do grupo de Marcos Miranda, medalhista olímpica não pode disputar torneios internacionais como Circuito Mundial e Mundial de Stare Jablonki.
Terminou no último fim de semana o Troféu Maria Lenk, principal competição da natação brasileira.
O skate nunca foi o mais popular dos esportes, mas, recentemente, está invadindo as ruas, os parques e as praças.