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Nova gestão para o fitness

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A indústria do culto ao corpo quer transformar suor em resultados. Para isso, está disposta a enfrentar se

A indústria do culto ao corpo quer transformar suor em resultados. Para isso, está disposta a enfrentar seu principal gargalo: a escassez de gestores profissionais nas academias de ginástica. Durante a 13ª Convenção Brasília Capital Fitness, encerrada neste final de semana, empresários do Distrito Federal e de outras partes do País discutiram formas de superar dificuldades e melhorar a gestão.

O encontro reuniu especialistas em administração de empresas, organização de pessoas e marketing, além de profissionais de educação física, atletas e grandes fabricantes de equipamentos, roupas, alimentos e bebidas. Nos dois dias do encontro, cerca de 50 mil pessoas passaram pelo Centro de Convenções. Entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões foram fechados em negócios.

Atualmente, 150 mil pessoas freqüentam as academias do DF, segundo a Associação Brasiliense das Academias de Atividades Físicas (Abaaf). O Distrito Federal é o terceiro pólo no País, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. "O mercado é excelente, os empresários é que precisam avançar", resumiu Fábio Padilha, diretor do BsB Fitness Eventos.

Potencial não falta ao Brasil. No País, apenas 2% da população sai de casa para malhar nos Estados Unidos o índice é de 13%. Há 7 mil academias (479 só no DF) em funcionamento e horizontes bilionários ainda inexplorados.

Não é por falta de financiamento que o setor não deslancha. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por exemplo, oferece linhas específicas com taxas e prazos especiais.

"Tem dinheiro demais. As academias é que não buscam essas linhas de crédito", completa Padilha. O investimento inicial para abrir uma academia de ginástica pode chegar a R$ 1 milhão.