O cálculo foi feito com base em estimativas do mercado publicitário e do PIB (Produto Interno Bruto) nacional nos próximos anos.
O trabalho da empresa carioca aponta também que o setor será a principal fonte de receita da indústria do esporte no planeta já em 2014, com US$ 45,6 bilhões (R$ 90 bilhões) ou 31%. Vai superar pela primeira vez a bilheteria.
De 2011 até 2016, a receita de patrocínio deverá crescer 6,8% ao ano no mundo. Pulará de US$ 35 bilhões (R$ 69 bilhões) para US$ 52 bilhões (R$ 102 bilhões).
Apesar da projeção do crescimento do mercado de patrocínio, grandes clubes do país têm dificuldade para faturar com suas camisas.
Flamengo, São Paulo e Corinthians, que reúnem as três maiores torcidas do país, estão sem anunciante principal em seus uniformes.
Mesmo com Ronaldinho no time, o clube da Gávea não conseguiu fechar um contrato de um ano no espaço mais nobre de sua camisa.
"O Brasil ainda enfrenta dois problemas. O primeiro é a dificuldade de profissionalizar os clubes. A outra é uma consequência desse modelo", diz Carlos Moreira, ex-executivo da Nike e da Geo Eventos e fundador do canal Esporte Interativo.
"Os patrocínios ainda se restringem exclusivamente a comercializar a marca na camisa. Na verdade, o envolvimento dos clubes tem que ser muito maior. Eles têm que ajudar a vender o produto, fazendo ações com torcedores, algo que é comum nos EUA e na Europa, mas raro aqui", explicou Moreira, que também é diretor da SportPar.
De olho no mercado brasileiro, gigantes do marketing esportivo começam a entrar no Brasil. Ontem, a inglesa CMS (Chime Sports Marketing), uma das cinco maiores empresa do setor no mundo, oficializou uma parceria com a brasileira Golden Goal para atuar no país.
Nos EUA, o mercado mais forte do esporte mundial, os patrocínios esportivos neste ano já correspondem a 10,4% (US$ 49 bilhões, ou R$ 97 bilhões) do bolo de todo o mercado publicitário. Em 2007, as receitas de patrocínio equivaliam a 8,2% (US$ 38 bilhões ou R$ 75 bilhões).





Durante a elaboração de projetos para academias e espaços esportivos, levo em consideração alguns pilares como: segurança, conforto e performance.
Centenária, Escola de Educação Física da Polícia Militar foi pioneira no ensino da profissão no Brasil.
Academias, clubes e escolas de médio e pequeno porte já conseguem explorar estratégias de marketing a seu favor.
O Portal EF conversou com a coordenadora do Instituto Paula Souza, que esclarece sobre a real atuação deste técnico de esportes e atividade física: de trabalhar como apoio.
Especialista dá dicas de como proceder de forma segura.