O interesse nas localidades foi revelado por Mark Fischer, vice-presidente do UFC na região, que não descartou mercados como Coreia do Sul e Filipinas. “Nós tivemos uma discussão detalhada sobre Macau para este ano, embora ainda não alcancemos um nível que permite um anúncio formal. É muito emocionante para nós, porque é a porta da China, que é um mercado que queremos crescer e construir a longo prazo”, afirmou Fischer.
Já sobre as negociações em Cingapura, Fischer afirmou que os planos são para o próximo ano. "Estamos aqui em Cingapura em uma missão de investigação para ver a possibilidade de alguma coisa acontecer aqui no próximo ano", explicou o executivo.
Lorenzo Fertitta, um dos sócios do UFC, afirmou em novembro que o MMA iria “testar as águas” do mercado para a expansão global dos seus eventos.
A maior parte das receitas de Macau, região administrada pela China, vem da indústria de cassinos. Em 2011, esse mercados de apostas movimentou US$ 33,5 bilhões.
Em fevereiro, o UFC retornou à Ásia após 12 anos com o evento realizado no Japão. Fischer afirmou que o UFC precisa avaliar certos critérios para escolher seus próximos destinos.
“Temos que olhar para as atuais condições comerciais. A base de fãs e econômica é grande o suficiente para vender ingressos em um bom ritmo e gerar as parcerias de transmissão e patrocínio para valer a pena hoje? E o potencial de negócios desse mercado futuro. Se o mercado não é grande o suficiente hoje vai ser amanhã se usarmos esse evento como semente para o mercado?”, questionou.


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