Há 12 anos, o ex-campeão brasileiro de tae kwon do Régis Lima chegou aos Estados Unidos com apenas 500 dólares no bolso, emprestado por um antigo professor. Hoje, com duas academias na Flórida, o instrutor acredita que os brasileiros são muito respeitados as artes marciais pelos americanos.
- A gente tem muito lutador bom: Anderson Silva, Vitor Belfort, Wanderlei Silva. Eles sabem que os brasileiros são guerreiros e conseguem transformar um pouquinho em muito - disse Régis, em entrevista ao "Expresso do Esporte". O programa será exibido nesta quinta-feira, à meia-noite, logo depois do "SporTV News".
Somente em seu terceiro ano no país, o brasileiro conseguiu realizar seu desejo de treinar com o tae kwon do. Após começar a dar aulas, abriu sua primeira academia em 2009. Depois
- Quando cheguei aqui, eu tive que limpar casas, escritórios, piscinas. Cheguei a ter três empregos. Eu limpava piscina, mesas de restaurante e dava aulas. O começo foi difícil. Eu tive que aprender os hábitos deles. É até chato falar, mas eu tive que me deslocar um pouco da comunidade brasileira para aprender a cultura daqui.
Com tantas crianças como alunos, Michael garante que as lutas não são tão perigosas quanto parecem.
- Eu joguei dez anos de futebol no Brasil e me machuquei mais do que em 23 anos de tae kwon do. A gente usa muita proteção. Nas aulas, eu faço questão de muito alongamento e aquecimento, para não ter risco de lesão.


Lutadores perdem mais de 10 kg e ficam até pelados na pesagem, cobertos apenas por uma toalha.
Os 16 melhores judocas do mundo em cada categoria vão subir no tatame para disputar o Mundial Masters, na cidade de Tyumen, na Sibéria.
Formada por dez atletas, a Seleção Brasileira de boxe viaja nesta quarta-feira para fazer um intercâmbio em Cuba.