Em pesquisa, para as equipes que perderam, o risco de lesões foi 21% maior do que para as equipes vencedoras. Em jogos empatados, o risco era 15% maior.
Além da conquista, existe mais um benefício menos óbvio da vitória: menor risco de lesão.
Uma nova pesquisa de medicina esportiva da Universidade de Linköping, na Suécia foi desenvolvida Håkan Bengtsson, estudante de mestrado em fisioterapia, que analisou dados de 6.272 jogos disputados por 26 dos principais clubes europeus. O material é composto por 2.739 lesões e constitui o maior banco de dados do mundo de seu tipo. Com base nas informações dos clubes enviadas aos pesquisadores suecos uma vez por mês, Håkan Bengtsson analisou como a taxa de acidentes é influenciada por três fatores: o resultado; jogar em casa ou fora de casa e o tipo de competição.
O resultado da partida teve a mais clara correlação com a proporção das lesões. Para as equipes que perderam, o risco de lesões foi 21% maior do que para as equipes vencedoras. Em jogos empatados, o risco era 15% maior. “Não sabemos ainda a relação entre os fatores. O cenário mais provável é que um jogador se machucou durante a partida, e, posteriormente, isso levou a uma derrota. A conclusão é que o trabalho médico dos clubes é vital para os resultados”, disse Bengtsson. O segundo fator para maior risco de lesão foi da equipe da casa contra a equipe visitante. Uma explicação concebível é que as equipes jogam mais agressivamente em casa. Com relação ao tipo de competição, as partidas da Liga dos Campeões (UEFA Champions League, campeonato europeu) pareceram um pouco mais perigosas do que o ritmo dos campeonatos nacionais.




