Estratégias de Treinamento Físico para a Otimização do Desempenho das Mulheres Militares em Ocupações em Combate

13 de janeiro de 2017 ● POR Redação

As diferenças fisiológicas, particularmente da força e do poder superior do corpo, entre mulheres e homens, e os rigores das demandas ocupacionais centradas no combate pareceriam colocar as mulheres em uma desvantagem significativa, Especialidades (MOS) para mulheres.
Esta desvantagem inerente pode ser significativamente atenuada pela implementação de regimes de treinamento físico efetivo e abrangente para mulheres que visem os componentes de aptidão mais críticos para aquelas tarefas consideradas mais essenciais para os deveres de combate de soldado (isto é, força e poder).
Infelizmente, a ênfase militar e histórica sobre a aptidão aeróbia e sobre a “conveniência de campo”, como os principais critérios para a implementação da capacitação, limitaram a medida em que as forças armadas operacionalizaram plenamente políticas de PT de ponta.
Esta abordagem herdada contínua poderia ser problemática no que diz respeito a melhorar plenamente as capacidades das mulheres para realizar fisicamente exigentes ocupações centradas no combate e poderia colocar a integração bem sucedida das mulheres em MOS de combate ao solo em risco significativo.
Leia mais:
Exercícios isométricos: força e potência:
Como a esteira curva pode ajudar no seu treino:
Estudos seminais da literatura indicam que
(A) um mínimo de 6 meses de treinamento combinado periodizado de resistência / endurance é recomendado para mulheres não treinadas que consideram entrar em treinamento de MOS de armas de combate;
(B) qualquer programa abrangente de PT deve incorporar e enfatizar o treinamento progressivo do transporte de carga;
(C) é necessária maior ênfase na parte superior do corpo sobre o desenvolvimento de força / poder em mulheres militares;
(D) treinamento intensivo de resistência na faixa de 3-8 repetições máximas deve ser incorporado em programas de treinamento para unidades motoras tipo II e fibras musculares (fibras que produzem mais força e têm maior capacidade de hipertrofia);
(E) treinamento de intervalo de baixa intensidade, de baixo volume, deve ser considerado como um método de treinamento eficiente em tempo para melhorar a aptidão aeróbica, protegendo contra lesões músculo-esqueléticas do corpo inferior;
(F) programas flexíveis não-lineares periodizados devem ser considerados para melhor acomodar a imprevisibilidade e as necessidades operacionais funcionais do ambiente de treinamento militar;
G) Deve-se ponderar seriamente a possibilidade de reformular a forma como os militares conduzem a formação em matéria de preparação física, com uma diferença em relação à “conveniência de campo” como principais critérios para determinar as políticas da PT.
Com uma maior ênfase na dimensão humana da soldagem e esforços estratégicos, operacionais e táticos combinados para maximizar a prontidão e o desempenho físicos individuais, a ciência da fisiologia do treinamento existe para alavancar e preparar fisicamente melhor as mulheres à medida que entram em ocupações mais centradas no combate.
Artigo científico publicado pelo Journal of Strength & Conditioning Research, em 2015.
Acesse na íntegra clicando aqui: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26506171